quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Tuberculose Pulmonar


COMO SE ADQUIRE?
Geralmente, pega-se a doença pelo ar contaminado eliminado pelo indivíduo com a tuberculose nos pulmões. A pessoa sadia inala gotículas, dispersas no ar, de secreção respiratória do indivíduo doente. Este, ao tossir, espirrar ou falar, espalha no ambiente as gotículas contaminadas, que podem sobreviver, dispersas no ar, por horas, desde que não tenham contato com a luz solar. A pessoa sadia, respirando no ambiente contaminado, acaba inalando esta micobactéria que se implantará num local do pulmão. Em poucas semanas, uma pequena inflamação ocorrerá na zona de implantação. Não é ainda uma doença. É o primeiro contato do germe com o organismo (primoinfecção). Depois disso, esta bactéria pode se espalhar e se alojar em vários locais do corpo.
Se o sistema de defesa do organismo estiver com uma boa vigilância, na maioria dos casos, a bactéria não causará doença, ficará sem atividade (período latente). Se, em algum momento da vida, este sistema de defesa diminuir, a bactéria que estava no período latente poderá entrar em atividade e vir a causar doença. Mas, também há a possibilidade da pessoa adquirir a doença no primeiro contato com o germe.
Então, após a transmissão do bacilo de Koch pela via inalatória, quatro situações podem ocorrer:
1.O indivíduo, através de suas defesas, elimina o bacilo;
2.A bactéria se desenvolve, mas não causa a doença;
3.A tuberculose se desenvolve, causando a doença – chamada de tuberculose primária;
4.A ativação da doença vários anos depois – chamada de tuberculose pós-primária (por reativação endógena).
Existe também a tuberculose pós-primária a partir de um novo contágio que ocorre, usualmente, por um germe mais virulento (agressivo).
A contagiosidade da doença depende: 
 
da extensão da doença – por exemplo, pessoas com “cavernas” no pulmão ou nos pulmões, tem maior chance de contaminar outras pessoas. As “cavernas” são lesões como cavidades causadas pelo bacilo da tuberculose no doente. Dentro destas lesões existem muitos bacilos;
da liberação de secreções respiratórias no ambiente através do ato de tossir, falar, cantar ou espirrar;
das condições do ambiente – locais com pouca luz e mal ventilados favorecem o contágio;
do tempo de exposição do indivíduo sadio com o doente.
Devemos lembrar que a intensidade do contato é importante. A pessoa de baixa renda que vive no mesmo quarto de uma casa pequena e mal ventilada com uma pessoa com tuberculose pulmonar, está mais propensa a adquirir a doença do que outra que tem contato eventual ou ao ar livre com um doente.
Por outro lado, os bacilos que são depositados pelo doente em toalhas, roupas, copos, pratos e outros não representam um risco para transmissão da doença.
QUE FATORES FACILITAM O SURGIMENTO DA DOENÇA? 
 
Morar em região de grande prevalência da doença;
Ser profissional da área da saúde;
Confinamento em asilos, presídios, manicômios ou quartéis;
Ser negro – a raça negra parece ser mais suscetível à infecção pelo bacilo da tuberculose;
Predisposição genética;
Idade avançada;
Desnutrição;
Alcoolismo;
Uso de drogas ilícitas;
Uso crônico de medicações como os que transplantados de órgãos usam, como corticóides ou outras que também diminuam a defesa do organismo;
Doenças como SIDA, diabete, insuficiência crônica dos rins, silicose (doença crônica pulmonar) ou tumores.
TUBERCULOSE E AIDS
Desde o seu surgimento no início da década de 80, o vírus da Síndrome da Imunodeficiência Humana (HIV) tornou-se um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da tuberculose nas pessoas infectadas (“portadoras”) pelo Mycobacterium tuberculosis. A chance do indivíduo infectado pelo HIV adoecer de tuberculose é de aproximadamente 10% ao ano, enquanto que no indivíduo imunocompetente é de 10% ao longo de toda a sua vida.
No Brasil, conforme a faixa etária, a co-infecção tuberculose-HIV pode chegar até em torno de 25%.
QUAIS SÃO OS SINAIS E SINTOMAS? 
 
tosse persistente que pode estar associada à produção de escarro
pode ter sangue no escarro ou tosse com sangue puro
febre
suor excessivo à noite
perda de peso
perda do apetite
fraqueza
COMO O MÉDICO FAZ O DIAGNÓSTICO?
O diagnóstico presuntivo é feito baseado nos sinais e sintomas relatados pelo paciente, associados a uma radiografia do tórax que mostre alterações compatíveis com tuberculose pulmonar. O exame físico pode ser de pouco auxílio para o médico.
Já o diagnóstico de certeza é feito através da coleta de secreção do pulmão. O escarro (catarro) pode ser coletado (de preferência, pela manhã) ao tossir. Devem ser avaliadas, inicialmente, duas amostras colhidas em dias consecutivos. Podem ser necessárias amostras adicionais para obtenção do diagnóstico. Encontrando o Mycobacterium tuberculosisestá confirmada a doença.
Outro teste utilizado é o teste de Mantoux, que pode auxiliar no diagnóstico da doença. É feito injetando-se tuberculina (uma substância extraída da bactéria) debaixo da pele. Se, após 72-96h, houver uma grande reação de pele, significa que pode haver uma infecção ativa ou uma hipersensibilidade pela vacinação prévia com BCG feita na infância. Então, este exame não confirma o diagnóstico, mas pode auxiliar o médico.
Existem outros recursos para a confirmação da doença. Dentre eles está o aspirado gástrico – é aspirado conteúdo do estômago à procura do bacilo contido no escarro deglutido. É mais usado em crianças. Já a fibrobroncoscopia é muito utilizada nos casos em que não há expectoração. Neste exame, um aparelho flexível entra no pulmão e coleta material que deve ser encaminhado para a pesquisa do bacilo da tuberculose. Em poucos casos, a biópsia pulmonar, através de cirurgia, pode ser necessária. Existem ainda outros métodos diagnósticos para auxiliar o médico como a PCR (Reação em Cadeia da Polimerase). Existem marcadores microbiológicos que também podem ajudar. Quando suspeitamos de tuberculose na pleura (a “capa”do pulmão), além da biópsia, podemos analisar a ADA (adenosinadeaminase) – uma enzima que aumenta no liquido pleural nesta situação. Já na meningoencefalite tuberculosa podemos solicitar a dosagem do ácido tubérculo-esteárico no liquor (o “líquido da espinha”) para auxiliar no diagnóstico também.
COMO SE TRATA?
O tratamento da tuberculose é padronizado no Brasil. As medicações são distribuídas pelo sistema de saúde, através de seus postos municipais de atendimento. O tratamento inicial (preferencial), chama-se RHZ e inclui três medicações: rifampicina(R), isoniazida(H) e pirazinamida(Z). É muito eficaz. A cura usando o esquema RHZ por 6 meses, que é preconizado pelo sistema público de saúde, aproxima-se de 100% quando a medicação é utilizada de forma regular, ou seja, todos os dias.
Antes da existência de medicamentos efetivos para o combate da doença, 50% dos indivíduos morriam sem tratamento, 25% tinham cura espontânea e 25% tornavam-se doentes crônicos.
Conforme o Ministério da Saúde, através do Programa Nacional de Controle da Tuberculose, o tratamento é ambulatorial na maioria dos casos – feito com o paciente em casa, devendo ter a supervisão de um agente comunitário 3 vezes por semana nos primeiros dois meses de tratamento e depois uma vez por semana até o final do tratamento. Por outro lado, há situações onde a internação se faz necessária:
estado geral muito ruim, que não permita o tratamento ambulatorial;
meningoencefalite;
complicações graves da doença ou necessidade de cirurgia;
intolerância às medicações que não conseguiram ser contornadas ambulatorialmente;
paciente sem residência fixa ou com situações que aumentem a chance de abandono.
Esta internação deverá durar somente até a solução do problema que a motivou. Geralmente, o tratamento dura seis meses, mas, em casos especiais, pode ser mais longo. Nos primeiros dois meses, são utilizadas as três medicações juntas. Já nos últimos quatro meses, são utilizadas a rifampicina associada a isoniazida. O motivo da utilização de mais de uma medicação contra o mesmo germe é que a taxa de resistência do microorganismo a este esquema tríplice é baixa. Os medicamentos agem em lugares diferentes, de maneira sinérgica. No caso de gestação, o tratamento não deve ser alterado. Deve ser realizado o esquema RHZ com duração de seis meses.
Dentre os efeitos indesejáveis mais frequentes causados pelas medicações contra tuberculose estão a náusea, vômitos e dor abdominal. As pessoas com maior chance de desenvolver alguma toxicidade com o tratamento são os alcoólatras, os desnutridos, os HIV positivos, aqueles com doença crônica do fígado, pessoas com mais de 60 anos ou em uso de medicações anticonvulsivantes.
Qualquer efeito colateral causado pela medicação deverá ser comunicado para o agente comunitário, médico ou membro da equipe que acompanha o paciente. Além do esquema de tratamento RHZ, existem outros esquemas (com outras combinações de medicações) que podem ser utilizados em situações especiais ou nos casos de falência com o tratamento de primeira linha (preferencial).
Nos pacientes com insuficiência dos rins, a dose de alguns medicamentos terá de ser ajustada. Para os diabéticos dependentes da insulina, o acompanhamento rigoroso dos níveis da glicose no sangue será importante para um bom desfecho e o tratamento deverá durar 9 meses. Ajustes também poderão ser necessários naqueles com doença crônica do fígado.
COMO SE PREVINE?
Para uma boa prevenção, o mais importante é detectar e tratar todos os pacientes bacilíferos, ou seja, ttodos aqueles com o bacilo de Koch nos pulmões.
Para isso, é muito importante um bom sistema público de controle da doença, para identificar precocemente os doentes, evitando que novos casos apareçam.
O doente durante as duas primeiras semanas de tratamento pode contagiar ainda outros indivíduos. Portanto, deve proteger a boca com a mão ao tossir ou espirrar. Também deverá procurar não ficar próximo, principalmente em lugares fechados, às pessoas sadias. Estes são cuidados simples para que a doença não contamine outros indivíduos.
Outra conduta importante é o controle dos comunicantes. Comunicantes são aquelas pessoas que têm contato íntimo com o doente (vivem na mesma casa, por exemplo). Estes devem ser investigados pelo médico assistente através de exames solicitados na consulta médica.
Se for indicado, os comunicantes devem iniciar a quimioprofilaxia, um tratamento feito com isoniazida com o intuito de prevenir a doença nos comunicantes. Ela é realizada durante seis meses. Em alguns casos especiais, podem durar mais tempo.
Além disso, a vacinação com BCG no recém-nascido, protege as crianças e os adultos jovens contra as formas graves de tuberculose primária como a miliar (disseminada nos pulmões e outros órgãos) e a meningite tuberculosa. A eficácia da vacina está entre 75 e 85%.
Postado por Amanda Gonçalves

Amidalite

O que são as Adenóides?
Adenóides são estruturas semelhantes às amígdalas. Estão localizadas atrás do céu da boca (pálato mole) e não podem ser vistas quando se abre a boca. Da mesma forma, quando estão funcionando adequadamente, ajudam a prevenir infecções. As Adenóides podem causar sérios problemas quando estão infeccionadas ou aumentadas. A Inflamação das adenóides chama-se Adenoidite.
Quais são os sintomas da Amigdalite?
Os sintomas da amigdalite podem variar bastante dependendo da causa da infecção e podem ocorrer subitamente ou progressivamente. Os sintomas mais comuns são:
Dor de garganta
Febre (alta ou baixa)
Dor de Cabeça
Diminuição do Apetite
Mal-estar geral
Náuseas e vômitos
Dor no pescoço
Vermelhidão na garganta com ou sem pontos de pus.
Amigdalite ou Amidalite
IMPORTANTE: Os sintomas da amigdalite podem ser comuns a outras doenças graves e sempre devem ser vistos por um médico. Sempre consulte um médico no caso de ter dor de garganta.
Quais são os sintomas de Adenoidite ou Adenóides aumentadas?
Os sintomas da adenoidite também podem variar bastante, dependendo da causa da infecção e podem se iniciar subitamente ou lentamente. Estes são os sintomas mais comuns:
Respiração bucal
Respiração ruidosa
Roncos
Pequenos períodos de parada respiratória durante o sono (apnéia)
Voz anasalada
IMPORTANTE:
Os sintomas da adenoidite podem ser comuns a outras doenças graves e sempre devem ser vistos por um médico. Sempre consulte um médico no caso de ter ou observar estes sintomas.
Tratamento para Amigdalites e Adenoidites
O tratamento específico das amigdalites e adenoidites depende basicamente de:
Idade, condições gerais de saúde e antecedentes médicos
Extensão da infecção
Tipo de infecção
Tolerância do paciente para medicamentos, internações e procedimentos

 POSTADO POR : VITÓRIA CASTILHEJO

Pneumonia


È uma infecção ou inflamação dos pulmões. Pode ser causada por vários
microrganismos diferentes, incluindo vírus, bactérias, parasitas ou fungos. Mais de
metade de todos os casos de pneumonia é causada por bactérias e, destas, o pneumococo
é o mais frequente. Muitas vezes, a pneumonia evolui a partir de uma simples gripe ou
constipação mal curadas.
A pneumonia bacteriana clássica, inicia-se de forma abrupta, com febre, calafrios, dores
no tórax e tosse com expectoração (catarro) amarelada ou esverdeada por vezes com
sangue à mistura.
Na maioria dos casos, as pneumonias tratam-se em casa, com antibióticos, mas o
internamento hospitalar pode ser necessário, em particular quando o paciente é idoso.


Sintomas


•Febre alta;
•Tosse;
•Dor no tórax;
•Alterações da pressão arterial;
•Confusão mental;
•Mal-estar generalizado;
•Falta de ar;
•Secreção de muco purulento de cor amarelada ou esverdeada ou cor de tijolo, às
vezes com rajas de sangue;
•Toxemia; 
•Prostração.


Fatores de risco


•Idade avançada/idosos
•Fumo: Provoca reação inflamatória que facilita a penetração de agentes
infecciosos;
•Álcool: Interfere no sistema imunológico e na capacidade de defesa do aparelho
respiratório;
•Ar-condicionado: deixa o ar muito seco, facilitando a infecção por vírus e
bactérias;
•Mudanças bruscas de temperatura;
•Alergias respiratórias e pneumoconioses;
•Internações de longa data (em pacientes acamados);
•Insuficiência cardíaca;
•Colonização da orofaringe;
•Aspiração (micro e macro);
•Cirrose Hepática;
•Deficiências nutricionais;
•Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).


Tratamento


O tratamento da pneumonia requer o uso de antibióticos, antimicóticos ou antivirais
em caso de origem bacteriana, fúngica ou viral, respectivamente. A melhora costuma
ocorrer em três ou quatro dias. A internação hospitalar pode fazer-se necessária quando
o paciente é idoso, tem febre alta ou apresenta alterações clínicas decorrentes da própria
pneumonia, tais como: comprometimento da função dos rins e da pressão arterial,
dificuldade respiratória caracterizada pela baixa oxigenação do sangue porque o alvéolo
está cheio de secreção e não funciona para a troca de gases.


Recomendações / prevenção


•Não fume e não beba exageradamente;
•Observe as instruções do fabricante para a manutenção do ar-condicionado em
condições adequadas, limpando-o regularmente;
•Não se exponha a mudanças bruscas de temperatura;
•Procure atendimento médico para diagnóstico precoce de pneumonia, para
diminuir a probabilidade de complicações.
•Se tiver mais de 60 anos vacine-se contra a gripe anualmente.
•Está disponível também a vacina contra o pneumococo, o principal agente
causador da pneumonia. Ela está indicada para pessoas com maior risco de
adquirir a doença e de ter suas complicações: pessoas com doenças crônicas
pulmonares, cardíacas, renais, diabéticas, residentes de asilos e pessoas com 60
anos ou mais;
•Em pessoas acamadas e/ou com mais de 60 anos (que não realizam nenhuma
atividade física) recomenda-se que se faça Tratamento Fisioterápico Preventivo
(duas ou três sessões por semana), a fim de manter uma boa condição pulmonar
destes indivíduos.


quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Bronquite


 Bronquite viral

Caracterizada por tosse, dor no peito, catarro branco e que pode se iniciar exatamente como os resfriados e gripes, durando alguns dias ou poucas semanas (por isso é uma bronquite aguda), e tende a evoluir para cura sem uso de antibióticos, pois o próprio sistema imunológico do indivíduo acaba eliminando os vírus causadores da inflamação;

Bronquite bacteriana 

Que geralmente surge como complicação de uma bronquite aguda viral, quando a sua duração é mais prolongada, e o catarro torna-se amarelado ou esverdeado, podendo ter febre, e só melhora com o uso de antibióticos, pois nesse caso há a presença de bactérias no revestimento brônquico causando e perpetuando a inflamação;

Bronquite alérgica

Que ao pé da letra significa a inflamação crônica dos brônquios de causa alérgica.

Postado por : Amanda Gonçalves

Rinite Alérgica



O que é Rinite?

 Rinite é uma inflamação das mucosas do nariz. Uma em cada 7 pessoas apresenta rinite alérgica, tanto adulto quanto criança. As rinites têm várias causas, desde resfriados, produtos químicos irritantes, até medicamentos e alergia. Os sintomas são muito parecidos entre todos os tipos de rinites e muita gente pensa que rinite alérgica é um resfriado que não passa nunca ou uma "sinusite" com dor de cabeça crônica.

Sintomas

• Tiver vários espirros em sucessão,
especialmente pela manhã;

• Seu nariz escorrer, e ficar obstruído;

• Você ficar irritado com coceira no nariz,
nos olhos e no céu da boca;

• Seu olfato estiver ruim;

• Você tiver dores de cabeça
juntamente com outros sintomas semelhantes a estes.

Tipos mais freqüentes

A rinite medicamentosa é muito freqüente, pois as pessoas usam medicamentos no nariz sem orientação médica, sem saber quais os riscos que estão correndo. Muitos medicamentos usados no nariz podem causar rinite, ao invés de curá-la.
A rinite alérgica é muito comum, especialmente em cidades grandes, onde o ambiente é poluído e a poeira doméstica é abundante, e em locais úmidos, com mofo.
A rinite vasomotora e a rinite causada por irritantes são também muito comuns em cidades grandes, devido ao grande número de poluentes e aos agentes irritantes na atmosfera.
Existe um tipo especial de rinite alérgica, que é causada por pólens, conhecida como "febre do feno", embora não seja causada pelo feno, e não cause febre. Ela ocorre apenas em determinadas épocas do ano, quando existe a polinização dasplantas. Esta forma de rinite alérgica é a mais comum nos estados do Brasil onde as estações do ano são bem definidas.
É contagiosa?

A rinite alérgica não é contagiosa, não passa de pessoa para pessoa com o convívio social ou íntimo. Os pais podem transmitir para os filhos através dos genes, das suas características familiares; por isso pais e filhos muitas vezes têm sintomas semelhantes.

Tem cura?

A rinite alérgica tem tratamento, mas não tem cura. Quem tem rinite alérgica pode viver sem sintomas, como qualquer um, quando a rinite for tratada corretamente.

O que piora?

Quanto mais se entrar em contato com as substâncias que causam alergia, piores são os sintomas. Os agentes irritantes da atmosfera poluída pioram muito os sintomas, assim
como substâncias químicas e produtos de limpeza. Fumaça de cigarro,
inseticida, tintas, combustíveis e até perfumes pioram a rinite alérgica.

Prevenção

A melhor maneira de tratar a rinite alérgica é a prevenção, com medidas para diminuir a presença de agentes alérgenos na sua casa. É preciso evitar sempre as substâncias que desencadeiam a crise de rinite.


• Evite a poeira doméstica e os ácaros;

• Evite agentes e substâncias irritantes.Para evitar a poeira doméstica:

• Retire tudo o que possa juntar poeira em sua casa;
• Tapetes, carpetes, cortinas grossas são locais para o alojamento de ácaros e poeira. Os pisos lisos são muito mais fáceis de limpar e não abrigam ácaros;

• Tapetes finos e pequenos, que possam ser lavados, são mais práticos. Cortinas leves, que possam ser lavadas, são as ideais;

• Passe sempre um pano úmido sobre os móveis e no chão — se possível, diariamente;

• Deixe os ambientes sempre abertos para arejá-los e para que o sol entre neles o maior tempo possível.

Postado por Amanda Gonçalves Tavares